sábado, 25 de junho de 2016

PROBLOGGER

fonte:http://mestredossites.com.br/2012/08/meu-blog-recebe-visitas-mas-eu-nao-ganho-dinheiro-o-que-fazer/

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JOSUÉ TRINDADE: JOSUÉ TRINDADE: abertura do blog. pregador de calç...: JOSUÉ TRINDADE: abertura do blog. pregador de calça jeans : caro amigo!!!! de todo os lugares do mundo,espero te alcançar em momentos b... http://pregadorcalcajeans.blogspot.com.br

verdade, eu creio!!!!!!!!!!!!!!!!!


NESTE EU ACREDITO!!!!!



É OU NÃO É?


DICA PRECIOSA!!!!!!



VERDADE!!!@@@@@


A GRAÇA DO SENHOR ESTA COM VOCES!!!!!!!!!!!!!!!


EBD: O cultivo das Relações interpessoais

Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém!” Rm 16.27

O último capítulo de Romanos, o 16, é uma descrição de uma lista de pessoas que o apóstolo Paulo conhecia, embora ele ainda não tivesse chegado à igreja de Roma: Febe, a portadora da carta do apóstolo (v.1); Priscila e Àquila, casal que cuidou de Paulo em Corinto (v.3); Epêneto, Amplíato e Pérside eram pessoas queridas do apóstolo, onde demonstra um vínculo de comunhão do apóstolo devido a expressão “querido” (vv.5,8,9,12); Maria, uma trabalhadora que por certo fora uma das fundadoras da igreja, pois a expressão “muito trabalhou” evoca essa ideia (v.6); Andrônico e Júnias, segundo os estudiosos do Novo Testamento, eram parentes do apóstolo, bem como judeus (v.7); Amplíato, o “dileto amigo no Senhor” (v.8); Urbano, o cooperador, e Estáquis como “meu amado” (v.9); Apeles, um homem “aprovado em Cristo”, a família de Aristóbulo (v.10); Herodião, de acordo com o nome e o contexto mencionado sugerem que ele pertencia à casa ou à família de Herodes (v.11); Trifena e Trifosa, supõem-se que eram irmãs, e Pérside também era uma mulher (v.12); Rufo, o “eleito do Senhor” e a mãe de Rufo que Paulo a respeitava devido o seu acolhimento (v.13); Asíncrito, Flegonte, Hermes, Pátrobas, Hermas e a todos os irmãos que estão com eles (v.14); Filólogo e Júlia, Nereu e sua irmã, ao irmão Olimpas e todo o povo que está com ele (v.15); por final: “Saudai-vos uns aos outros com santo ósculo” (v.16).

Note a lista de pessoas que o apóstolo Paulo conhecia sem ainda ter ido à igreja de Roma. Expressões como “queridos no Senhor”, “a igreja que está em sua casa”, “dileto amigo”, “meu amado” mostram o carinho e o relacionamento de ternura que o apóstolo cultivava com as pessoas, mesmo de longe. Imagine a necessidade que temos de cultivar o relacionamento de carinho e ternura com as pessoas que estão perto: a nossa família, a igreja onde congregamos e pessoas próximas de nós.

A importância da relação interpessoal
A vida na igreja local é uma grande oportunidade para termos um relacionamento de respeito e de muita alegria com aqueles que chamamos de irmãos. Na igreja local, nos relacionamentos com pessoas de diversas características: criança, adolescente, jovem, adulto, terceira idade, pessoas portadoras de alguma deficiência. Ou seja, é o nosso universo de relacionamento interpessoal. Neste aspecto, o último capítulo de Romanos é um estímulo a doar-nos ao próximo em nome de Jesus. (Revista Ensinador Cristão nº66 pg.42)

domingo, 5 de junho de 2016

show!!!

bom dia!!!!

olá meus amigos um bom dia para todos!! um domingo cheio de benção!!!!

sexta-feira, 3 de junho de 2016

EBD: Deveres Civis, Morais e Espirituais


Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus” Rm 13.1


A história da humanidade pode ser contada a partir das sucessivas tentativas de derrubadas e soerguimentos de governos humanos. Ora, o Antigo Testamento mostra com clareza as derrubadas de impérios e reinos, e o levantamento de outros reinos no lugar daqueles abatidos. A história da humanidade também é uma história da busca e de conquista do poder.
Na época do apóstolo Paulo, o sistema de governo vigente no mundo era a Monarquia Absolutista. O poder era centralizado na pessoa do imperador de Roma. Quando o apóstolo se refere sobre a devida obediência às “Autoridades superiores”, ele se referia a autoridade civil exercida pelo governo de Roma, bem como a referência direta aos administradores do governo romano.

Um ponto que é claro na epístola, e no capítulo 13, é que as obrigações que incidem em nossa sujeição às autoridades civis, mediante ao ensino apostólico, significam fazer a “boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2). Neste sentido, devemos obediência ao governo civil porque, em primeiro lugar, toda autoridade provém da parte de Deus. Neste caso, o governo e os magistrados são responsáveis para punir o malfeitor e assegurar o bem estar das pessoas de bem (Rm 13.2-5). Outro ponto: a obediência à autoridade não pode ser apenas pelo medo de ser punido, mas pela consciência de que é uma instituição divina (13.5). Entretanto, quando lemos a carta de Paulo aos Romanos, mais especificamente o trecho sobre as autoridades civis, nós devemos levar em conta algumas questões importantes:
1. O sistema de governo de Roma na época de Paulo não é o mesmo do atual.

2. Diferentemente da Monarquia Absolutista, hoje a maioria das nações tem o sistema de governo sob a perspectiva de leis, segundo o advento das Constituições.

3. No regime das Constituições, o chefe do Estado, apesar de ser uma autoridade com poderes previstos na Constituição, não é um déspota, mas o servidor da nação com limites muito claros e delimitados segundo o sistema constitucional.

Bolsonaro presidente